sábado, 2 de abril de 2016

7- DIABETES e VITAMINAS DO COMPLEXO B e o DIABETES - NEUROPATIA -

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VITAMINAS DO COMPLEXO B
Vitamina B1 (Tiamina)
Benefícios: A vitamina B1 age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos.
Problemas causados pela falta: A falta de vitamina B1 pode causar fraqueza muscular, falta de energia, diminuição da memória e depressão. A carência extrema deste nutriente pode causar a doença beribéri que causa uma neuropatia periférica, formigamento nas mãos, fraqueza nas pernas, dificuldade para caminhar e alterar a sensibilidade da pele. Alcoólatras correm maior risco de desenvolver a carência de vitamina B1 e em consequência disso ter uma demência que causa confusão mental, dificuldade de raciocínio, memória e pode fazer até que a pessoa entre em coma. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B1 são carnes, peixes, fígado, leites, gema do ovo, legumes, leguminosas como feijão e grão de bico, arroz integral, aveia, castanha-do-pará, pão integral e cereais integrais.

Vitamina B2 (Riboflavina)
Benefícios: A vitamina B2 possui forte ação antioxidante e por isso age combatendo os radicais livres. Além disso, ela age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 

Problemas causados pela falta: A deficiência de vitamina B2 é rara, mas vegetarianos, alcoólatras, crianças, gestantes e idosos estão mais vulneráveis ao problema. A falta deste nutriente pode causar tontura, vertigem, dermatite seborreica, inflamação nos lábios e língua e coceira nos olhos. 

Fontes: As principais fontes de vitamina B2 são carnes, leites, ovos, legumes, verduras, especialmente o brócolis, cereais integrais, leguminosas, como ervilhas, algumas oleaginosas, como amendoim, castanhas e nozes, e abacate.  

Vitamina B3 (Niacina)
Benefícios: A vitamina B3 possui forte ação antioxidante e por isso age combatendo os radicais livres. Além disso, ela age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Problemas causados pela falta: A falta de vitamina B3 pode causar insônia, cansaço, irritabilidade, manchas na pele, depressão e uma doença chamada pelagra que causa diarreia, inflamação na pele e confusão mental. Mulheres que utilizam anticoncepcionais excretam mais a vitamina B3 pela urina, mas normalmente a própria alimentação já compensa essa falta. Pessoas em tratamento de tuberculose podem precisar do suplemento do nutriente, mas essa necessidade só será determinada pelo médico ou nutricionista. O excesso de vitamina B3 não é bom para o organismo, pois pode afetar o fígado, por isso não ingira suplementos do nutriente sem orientação. 
Fontes: As principais fontes são carnes, leites, ovos. Algumas oleaginosas, como amendoim e castanha do pará, frutas secas, tomate e cenoura. 
Vitamina B5 (Ácido Pantotênico)
Benefícios: A vitamina B5 age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Este nutriente também auxilia na produção de hormônios da glândula suprarrenal e ajuda o fígado a detoxificar o álcool. 
Problemas causados pela falta: A deficiência de vitamina B5 pode causar fadiga, formigamento nas mãos e pés, dores musculares, irritabilidade, depressão, distúrbios de sono, retardo de crescimento, queda de cabelo, envelhecimento precoce, artrite, alergias e estresse. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B5 são ovos, leite, carnes, leguminosas, como ervilhas e feijão, cogumelos e gérmen de trigo. 
Vitamina B6 (piridoxina)
Benefícios: A vitamina B6 é importante para a produção de glóbulos vermelhos. Ela também age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, o nutriente desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. A vitamina B6 permite a síntese de glutationa, principal antioxidante do organismo. 
Grãos são ricos em vitaminas do complexo B - Foto: Getty ImagesGrãos são ricos em vitaminas do complexo B
Problemas causados pela falta: Níveis inadequados de vitamina B6 podem comprometer a conversão de glutamato, neurotransmissor que excita o tório, em GABA, neurotransmissor relaxante. Consequentemente, o excesso de glutamato está associado à hiperexcitação neuronal, e até mesmo à morte neuronal. A deficiência do nutriente pode causar convulsões em crianças pequenas, anemia, dermatite, lesões nervosas, confusão mental em adultos, dormência e formigamento nas mãos e pés. A anemia também pode acontecer devido à falta de vitamina B6. 
O excesso do consumo de álcool também pode diminuir os níveis de vitamina B6, assim como o uso de anticoncepcionais. Contudo, a alimentação pode repor a falta do nutriente e é importante consultar um médico ou nutricionista para saber se há necessidade do consumo do suplemento. 
Fontes: As melhores fontes de vitamina B6 são peixes, como atum, salmão, truta e arenque, nozes, amendoins, avelãs, semente de girassol, gérmen de trigo, levedo de cerveja, milho e cereais integrais, leguminosas, couve-flor, banana, melão e uvas passas. 
Vitamina B7 (biotina)
Benefícios: Assim como outras vitaminas do complexo B, a biotina está relacionado ao metabolismo das gorduras, carboidratos e proteínas. Ela também é essencial para a saúde da pele, unhas e cabelos. 
Problemas causados pela falta: A deficiência de biotina é extremamente incomum porque este nutriente está muito presente na alimentação. Contudo, quando acontece os sintomas da ausência do nutriente são: fraqueza nas unhas e cabelos, calvície, pele seca e escamosa e vermelhidão em volta do nariz e da boca. Outras complicações que podem ocorrer são conjuntivite, dermatite exfoliativa, dores musculares e lassidão, acompanhada de aumento da glicemia. 
Fontes: As principais fontes de biotina são o amendoim, as nozes, o tomate, a gema do ovo, a cebola, a cenoura, alface, couve-flor e amêndoa. A carne vermelha, o leite, as frutas e as sementes também contam com o nutriente. 


O enxofre contido na vitamina B (biotina) é a parte crítica da glucoquinase, a enzima envolvida na utilização do açúcar glucose. O enxofre é também componente da insulina, hormônio secretado pelo pâncreas, que é essencial ao metabolismo dos carboidratos. A falta de enxofre na dieta pode causar uma diminuição da insulina biologicamente ativa.
Vitamina B9 (ácido fólico)
Benefícios: A vitamina B9 não depende de outras vitaminas do complexo B para surtir efeito positivos. Ela participa da manutenção do sistema imunológico, circulatório e nervoso e reduz o risco de infarto, câncer de mama e de cólon, aterosclerose, promove a saúde dos cabelos e da pele, reforça o sistema imunológico e o sistema nervoso central. Para gestantes, o ácido fólico é importante, pois ajuda no fechamento do tubo neural do feto. O suplemento de vitamina B9 costuma ser orientado para gestantes e só pode ser ingerido em outros casos após orientação médica, isto porque o excesso as substância pode favorecer alguns tipos de câncer. 
Problemas causados pela falta: No caso de gestantes, a falta de vitamina B9 pode causar má formação no feto. A falta do nutriente também pode causar anemia megaloblástica, fadiga, lesões nas mucosas, insuficiência respiratória, palidez, níveis elevados do aminoácido homocisteína, podendo causar doenças cardiovasculares. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B9 são fígado, vegetais de folhas verdes escuras, como brócolis, couve e espinafre, grãos, ervilha, lentilha, feijão, laranja e ovos. 
Vitamina B12
Benefícios: vitamina B12 é importante para a formação das células vermelhas do sangue. Além disso, ela é importante para desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem essa vitamina, a mielina que recobre os nervos, como uma capa de proteção, sofre um desgaste que recebe o nome de desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro. 
Uma pesquisa realizada pelo Linus Pauling Institute of Oregon State University dos Estados Unidos descobriu que a ingestão de vitamina B12 reduziu o risco de quebras nos cromossomos levando a danos no DNA. Sofrer danos no DNA é um dos fatores de risco para o câncer. 
Problemas causados pela falta: A ausência da substância leva a lesões irreversíveis no sistema nervoso, devido à morte dos neurônios. Isso irá provocar neuropatias que tem como sintomas mais comuns o formigamento nas pernas, queimação na sola dos pés, dificuldade para andar e incontinência urinária. 
A ausência de vitamina B12 também aumenta o risco da pessoas desenvolver depressão. A anemia megaloblástica também pode ocorrer devido à falta desta vitamina. Alguns outros sintomas da ausência da vitamina B12 no organismo são: 
  • Fadiga, falta de energia ou tontura ao se levantar ou fazer esforço
  • Falta de concentração
  • Falhas na memória
  • Paranoia e alucinações
  • Pele amarelada (icterícia)
  • Língua inchada e inflamada
Fontes: A vitamina B12 está presente em boas quantidades nos alimentos de origem animal, especialmente nos peixes de águas frias e profundas, como salmão, truta e atum, fígado, carne de porco, leite e derivados, ovos e ostras. 
Vitaminas do Complexo B


 B1 (Tiamina)

   Fontes: gema do ovo, arroz integral, aveia, castanha-do-pará, fígado, cereais integrais, feijão, peixes, pão integral.
   Funções no organismo: funcionamento do sistema nervoso e músculos, desenvolvimento corporal, estimula o apetite.
   O que pode provocar a carência: fraqueza muscular, diminuição da memória, falta de energia, depressão, diminuição do apetite e beriberi (doença).

 B2 (Riboflavina)

   Fontes: Brócolis, abacate, amendoim, castanhas, lêvedo de cerveja, nozes, leite, carne, ervilhas e verduras.
   Funções no organismo: atua no metabolismo de enzimas e células nervosas, equilíbrio da pele e saúde dos olhos.
   O que pode provocar a carência: dermatite seborreica, estomatite, inflamação de gengiva, catarata, lesões na língua.

 B3 (Niacina)

   Fontes: fígado, levedura de cerveja, carnes magras, ovos, leite, amendoim, castanha do pará, fígado, frutas secas, tomate e cenoura.
   Funções no organismo: funcionamento do sistema digestório, equilíbrio do sistema nervoso e da pele.
   O que pode provocar a carência: insônia, cansaço, irritabilidade, manchas na pele, depressão nervosa, pelagra (doença).

 B5 (Ácido Pantotênico)

   Fontes: ervilha, feijão cogumelo, ovos, gérmen de trigo, melado, salmão.
   Funções no organismo: formação de anticorpos, metabolismo de proteínas, produção de hormônios suprarrenais, atua contra o estresse.
   O que pode provocar a carência: artrite, alergias, estresse, retardo de crescimento, queda de cabelo, envelhecimento precoce.

 B6 (Piridoxina)

   Fontes: melado, levedo de cerveja, farelo de trigo, leite, arroz integral, aveia, cereais integrais, batata, melão.
   Funções no organismo: produção de células sanguíneas, metabolismo dos aminoácidos, funcionamento do sistema nervoso e saúde da pele.
   O que pode provocar a carência: caspa, anemia, lesões na boca, náuseas e gengivite.

 B7 (Biotina)

   Fontes: fígado de galinha, fígado de boi, levedo de cerveja, gema de ovo crua, leite, nozes, gérmen de trigo, amendoim e aveia.
   Funções no organismo: atua do processo de gliconeogênese, participa da síntese de purinas, participa da formação da pele, metabolismo de carboidratos e proteínas.
   O que pode provocar a carência: alopecia e dermatite seborreica (em bebês de menos de oito meses), dores musculares, dermatites, palidez, calvicie e flacidez.

 B9 (Ácido Fólico)

   Fontes:  verduras de folha verde, vísceras de animais, frutas secas, legumes, levedura de cerveja e grãos integrais.
   Funções no organismo: tratamento de alguns tipos de anemias, saúde dos espermatozoides, saúde do feto durante a gravidez, controle da pressão sanguínea.
   O que pode provocar a carência: apatia, anorexia, anemias, cansaço, dores de cabeça, fraqueza mescular, insônia.

 B12 (Cobalamina)

   Fontes: cereais integrais, levedo de cerveja, vegetais verdes, leite, ovos, peixes, batata.
   Funções no organismo: metabolismo de proteínas, combate a anemia.
   O que pode provocar a carência: alterações neurológicas, anemia, distúrbios no sangue.


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Inflamação no cérebro pode acarretar diabetes tipo 2 - Diabetes e o hipotálamo - Hipotálamo inflamado e o Diabetes

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- Inflamação no cérebro pode acarretar diabetes tipo 2

Cada dia mais fácil de explicar porque o GFU - Eletroterapia dá resultados.

COLESTEROL ALTO = Pesquisas falam sobre = Inflamação no corpo - As novas pesquisas confirmam: Se não existir uma inflamação no corpo o colesterol não se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos causando doenças cardíacas e derrames. Veja a importância do uso do GFU - Mais sobre em:
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/search?q=colesterol

Diabetes - Inflamação no Hipotálamo e gordura no fígado. Vários os depoimentos positivos em relação ao Diabetes e gordura no fígado. Um dos trabalhos da Eletroterapia é lidar com as inflamações ! Fico Feliz de atualmente saírem artigos que expliquem o que já sabemos usando o aparelho.



Existe uma forte relação entre via inflamatória e vias metabólicas.


Estudo liga a resistência a insulina no
fígado a uma inflamação do hipotálamo


Uma relação pouco cogitada há 15 anos ganha cada vez mais força no estudo das causas da obesidade e do Diabetes

a inflamação do hipotálamo – uma estrutura com 1,5 cm³ que compõe o cérebro e é responsável pela regulação da fome e do gasto de energia – pode ser causada pela ingestão de gorduras saturadas e não somente pelo hábito de comer muito.

Como se não fosse suficiente, a alteração do órgão, apontada como uma das principais causas para a obesidade, também pode levar à alteração da função do pâncreas, local responsável pela produção de insulina.

 A substância transporta a glicose presente no sangue para dentro das células, permitindo a produção de energia, vital para o corpo sobreviver.

O pesquisador Lício Velloso, do departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estuda há dez anos a ligação entre a comida ingerida pelas pessoas com o ganho de peso e testou ratos em laboratórios para notar qual o efeito da mudança no hipotálamo para a regulação do peso.

As descobertas vão desde a identificação do órgão como responsável direto pelo ganho de peso até a ligação da inflamação com a falência das células pancreáticas em garantir ao corpo a insulina. 

O final da história é o aparecimento de diabetes tipo 2.
Inflamações no corpo são sempre indícios da possibilidade de apoptose, uma espécie de morte programada das células no corpo, segundo Lício. 

Durante o trabalho com camundongos swiss, com maior tendência a engordar, e wistar, menos propensos à doença, o pesquisador e sua equipe notaram que ocorre maior taxa de morte celular de neurônios inibidores no primeiro grupo. “A diferença foi de 6% a 7% entre os dois tipos de roedores”, afirma Velloso.

O efeito vem da inflamação do hipotálamo, causada pela presença de longas cadeias de ácidos graxos saturados, com mais de 14 átomos de carbono. O sistema imunológico do cérebro é ativado na presença dessas substâncias por serem parecidas com as encontradas em bactérias.

“O organismo é levado a pensar que há uma ameaça e então uma inflamação do órgão acontece”, explica o especialista. “Com a produção de citocinas para defesa do corpo, a função de um neurotransmissor do hipotálamo é afetada.”

Neurotransmissor 
Velloso faz referência ao alfa-MSH, estrutura responsável por mandar sinais para inibir a fome e acelerar as atividades de gasto de energia. 

Alfa-MSH tem duas funções em partes da região do hipotálamo do cérebro. Uma delas é suprimir a atividade de alimentos em busca de células cerebrais. A segunda é sinalizar outras células do cérebro para produzir o hormônio TRH, o que leva a glândula tireoide a estimular a atividade de queima de calorias no organismo.

Localizado na região do núcleo arqueado do hipotálamo, o neurotransmissor responde à presença de insulina e leptina, ordenando o organismo a cessar a vontade de comer.

Mas a presença de processos inflamatórios faz com que o alfa-MSH desenvolva resistência às substâncias que alertam sobre as condições de reserva de energia disponíveis no organismo. “Com citocinas como a tumor necrosis factor (TNF), a vida dos neurônios é atrapalhada”, afirma Velloso.

Diabetes 2 
A falência das células-beta das ilhotas de Langerhans, localizadas no pâncreas, levam ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, junto com a resistência do corpo à insulina.

 A causa para a exaustão das estruturas responsáveis pela secreção de substância também está ligada à inflamação do hipotálamo.

“É a união de dois problemas: o hipotálamo não controla mais a fome e a pessoa fica obesa e, por outro lado, ainda atrapalha a função do pâncreas para secreção da insulina”, explica o pesquisador da Unicamp.

Sem a secreção, a glicose presente no sangue não consegue entrar nas células para produção de energia na forma de ATP.

Soluções 
Enquanto remédios para diminuir ou eliminar a condição adversa no hipotálamo não surgem, Velloso acredita que a solução possa estar na mudança de práticas por parte dos fabricantes de comida. 

“Políticas de nutrição do governo precisam estimular a indústria alimentícia a substituir, nos alimentos industrializados, gorduras saturadas por insaturadas”, diz o especialista. “É o caso da troca do que faz mal ao corpo por ômega 3 e 9, por exemplo.”

Segundo Velloso, mesmo uma mulher com 1,70 metro e 65 quilos, ao ganhar 4 quilos, pode quase dobrar as chances de desenvolver diabetes tipo 2. O padrão também serve para os homens, ainda que de forma mais discreta.


“Há apenas 20 anos a OMS passou a encarar a obesidade como doença. Os passos são lentos, mas agora, pelo menos, nós sabemos que a causa está no hipotálamo”, diz Velloso. “A prática clínica ensina que recomendar dietas a obesos, pura e simplesmente, não adianta. É preciso mudar o padrão dos nossos alimentos.”

O hipotálamo é um órgão localizado na base do cérebro. Ele controla a homeostase corporal, isto é, o ajuste do organismo às variações externas. 



O hipotálamo controla a temperatura, o balanço de água no corpo, a fome e o gasto energético corporal, entre outras funções. Ele também faz a integração entre os sistemas nervoso e endócrino, atuando na ativação de diversas glândulas produtoras de hormônios.

“Fomos identificar quais eram os mecanismos por meio dos quais as gorduras saturadas levavam à inflamação hipotalâmica.







Existe uma relação muito íntima entre via inflamatória e vias metabólicas, que controlam a ingestão alimentar e gasto de energia. Distúrbios nessas vias metabólicas levam ao aumento ou diminuição de peso”, explica Marciane.

A pesquisadora focou seu estudo no Toll Like Receptor 4 (TLR4) e no Fator de Necrose Tumoral Alfa (TNFα).

 O TLR4 é um receptor do sistema imune inato que protege o corpo de infecções ao provocar uma inflamação que sinaliza à célula sobre uma bactéria invasora a ser combatida.

 O TNFα é uma citocina (proteína) presente em inflamações sistêmicas. Ele pode ser produzido, por exemplo, após a ativação do TLR4.

Entretanto, a gordura saturada também ativa o TLR4A ativação do TLR4 induz ao estresse retículo endoplasmático, uma organela importante na célula que participa da síntese de proteínas e gorduras.

 O estresse do retículo endoplasmático leva ao aumento de citocinas e inflamação no hipotálamo.

“A inflamação hipotalâmica prejudica a sinalização da leptina e da insulina – hormônios que participam do controle da ingestão alimentar e do gasto energético – no hipotálamo. Isto leva a um desequilíbrio dos mecanismos que regulam o bom funcionamento do organismo”, diz Marciane.


RESISTÊNCIA A INSULINA

A inflamação DO HIPOTÁLAMO impede o correto funcionamento do hormônio insulina, que facilita a captação de glicose nas células. Os neurônios do hipotálamo perdem a capacidade de se ligar à insulina – fenômeno conhecido como resistência à insulina.
O PRATICAR  exercícios físicos além de queimar calorias, como já se sabe, ajuda a reduzir a inflamação nos neurônios do hipotálamo e a restabelecer a saciedade.

-http://pt.wikiversity.org/wiki/Insulina_e_glicose_bem_reguladas
-http://www.unicamp.br/unicamp/ju/531/estudo-liga-resist%C3%AAncia-%C3%A0-insulina-no-f%C3%ADgado-%C3%A0-
inflama%C3%A7%C3%A3o-do-hipot%C3%A1lamo
http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34952/

Várias imagens










DIABETES E AS TERAPIAS de TOQUE - MASSAGEM - ACUPUNTURA - AURICULOTERAPIA - ACUPRESSÃO


Reflexologia e Massagens Orientais
Ajudam muito para balancear as energias e reduzir o estresse.  Temos também a acupuntura que combina MUITO com o GFU.

Percebemos que todos os movimentos que trabalham as energias fazem bem. O toque é importante para o Diabético.

De acordo com o Dr. Ni , a M.T.C. pode melhorar problemas do sistema circulatório e diminui o processo de naturopatia.

Acupuntura
A acupuntura pode ser usada no controle do estresse , que causa um impacto no nível de açúcar do sangue do paciente.
A acupuntura também pode ser utilizada para fortalecer a imunidade geral e revitalizar órgãos que podem ser comprometidos com o diabetes. Como podemos ver em várias colocações o Diabetes é uma patogenia bem complexa que envolve várias questões - alimentação, estresse, emoções, o controlar tudo (o Diabético as vezes nem percebe o quanto é controlador (de si mesmo) acaba vivenciando o controlar tudo - glicemia, horários, alimentação etc. Vale refletir sobre e viver mais light com doçura por si.

Geralmente, o acupunturista trabalha em pontos associados com a bexiga, rins, pâncreas, baço, órgãos relacionados e os meridianos. O Dr. William Cargile, Chefe de Pesquisa da American Association of Acupuncture and Oriental Medicine diz que vem tendo resultados muito significativos no tratamento do diabetes com a acupuntura. Ele diz que pontos do baço Esse ponto é um dos indicados para a colocação dos eletrodos do aparelho GFU e pâncreas tem efeitos que podem reduzir componentes auto imunes do diabetes. Existem também na Medicina Chinesa os remédios chineses (muito pouco divulgados), tem um fantástico para o rim que é um dos órgãos que enfraquece com o Diabetes.

Ele também nota que a acupuntura ajuda na reversão da neuropatia, geralmente presente em pacientes diabéticos de longa data.
O Dr. Cargile também utiliza a acupuntura à laser Vários acupunturistas estão usando o Eletrodo do GFU nos pontos aonde colocavam o laser, com ótimos resultados. 

Em seus tratamentos e para o tipo 2 de diabetes utiliza a auriculoterapia para estimular o sistema nervoso. Auriculoterapeutas tem usado o GFU na aurículo, colocando um dos eletrodos no ponto calmante da aurículo.

 O Dr. Cargile diz também, que a acupuntura sozinha não é suficiente no tratamento do diabetes. Ela ajuda e MUITO, mas não extermina os seres e os metais pesados.  Nesses anos de acompanhamento de pacientes com Diabetes ficou muito claro o retorno do uso do aparelho nos pontos de acupuntura e em conjunto com a acupuntura.  e sempre insiste que seus pacientes sigam uma dieta adequada e outros tratamentos médicos complementares e convencionais.

Acupressão


A acupressão pode ser usada no controle dos sintomas relacionados com o diabetes, como o cansaço, cãibras e problemas menstruais. Em adição, aplicar pressão nos pontos 18,19,20,23 da bexiga pode estimular o funcionamento do fígado e do pâncreas, melhorando as condições do corpo em relação à doença.

INSÔNIA - DIABETES e o SONO



Quem sofre de insônia ou acorda muito durante a noite por qualquer distúrbio do sono tende a ficar mais estressado e ter alterações no humor, principalmente no dia da ocorrência do problema. Esse nervosismo diminui a ação da insulina e, somado ao fato do aumento da glicose, comprovado pelos estudiosos da Universidade de Chicago, pode levar a maiores complicações. 


Entre todos os problemas que podem ser causados pela privação do sono, os distúrbios hormonais estão entre os mais importantes. As pessoas que dormem menos do que o necessário estão dificultando a tarefa do organismo de realizar alguns processos que são fundamentais para o equilíbrio entre todas as funções que o corpo precisa desempenhar para ter saúde.

Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine provou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade e SAÚDE.

O neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono da Unifesp, dá dicas simples de como espantar a insônia:

1- Antes de ir para o quarto, é fundamental aplacar as ansiedades do dia a dia. Não vá para a cama assim que chegar do trabalho. Primeiro tome um banho morno, procure relaxar, para só então ir se deitar.

2- Desligar a TV e o computador é um método bastante eficaz. A luz desses aparelhos atrasa a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir.

3- Exercícios físicos devem ser feitos até quatro horas antes de ir dormir, ou o corpo ainda estará agitado. Na cama só vale o sexo que, aliás, é ótima para relaxar.

4- Um chá também ajuda, porém, é preciso escolher as ervas certas. Nada de tomar
chá
preto ou verde, ricos em cafeína, que é estimulante. Infusões de melissa e camomila induzem ao sono e ainda melhoram a sua qualidade.

5- Coma pouco à noite. Faça uma refeição leve, usando, por exemplo, aspargos, palmito, arroz, batata, aveia e soja. Tomar sopas com esses ingredientes é uma excelente pedida, principalmente nas noites mais frias.

6- Aquele bife suculento jamais deve ser comido à noite, porque a proteína que compõe esse alimento ativa o sistema nervoso simpático, responsável, entre outras funções, por deixar seu corpo em estado de alerta, favorecendo, assim, maior descarga de adrenalina.

7- Um ritual interessante é depois do banho morninho, acender uma lâmpada azul e pingar algumas gotas de óleo de lavanda no travesseiro. Essa técnica acalma os pensamentos, relaxa o corpo e induz a um sono melhor.

8- Um copo de leite morno também ajuda a encontrar o caminho para um sono tranquilo, porque o alimento possui (em concentração não muito grande, é verdade), o triptofano, que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor que está fortemente associado ao relaxamento profundo.

9- Não se engane com aquela relaxadinha gostosa que o álcool oferece, porque, após alguns goles, essa substância pode afrouxar estruturas da região da faringe comprometendo a respiração. O resultado é o insuportável ronco, que prejudica as fases do sono, ou o efeito rebote, que é quando a pessoa acorda várias vezes no meio da noite.


Minha vida. com .br


MAIS SOBRE INSÔNIA em:

http://eletroterapianasaude.blogspot.com.br/2012/04/x_5190.html


INSONIA E DIABETES
Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostrou que as pessoas que dormem menos têm maior quantidade de glicose no sangue. Além disso, o nível do hormônio insulina, que é responsável pela redução da taxa de glicemia, fica abaixo do normal.

A chefe da disciplina de Medicina e Biologia do Sono da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e médica do Instituto do Sono, Lia Rita Azeredo Bittencourt, confirma a tese dos cientistas de Chicago e acrescenta uma informação.

"A privação do sono promove aumento de estresse e isso leva à resistência da ação da insulina e aumento da glicose", afirma. 

Ou seja, a pessoa que dorme pouco não apenas aumenta a glicemia do sangue como também diminui o efeito do hormônio responsável em equilibrar essa característica dentro dos vasos sanguíneos. Tudo isso ocorre por conta do estresse que envolve o fato de dormir mal.

DIABETES E A VITAMINA D - DIABETES e o MAGNÉSIO - VITAMINA D E A falta de exposição ao sol


Uma pesquisa feita pelo Centro Médico da Universidade do Texas (EUA), descobriu que baixos níveis de vitamina D (falta de exposição ao sol) estão relacionados ao surgimento de diabetes tipo 2 em crianças. Também foi encontrada uma forte relação entre obesidade infantil e a quantidade dessa vitamina presente no corpo dos jovens.

O estudo incluiu mais de 400 crianças e adolescentes com idade entre seis e 16 anos e com obesidade, além de 87 pessoas na mesma faixa etária e com peso normal, para o grupo de controle. Os pesquisadores mediram os níveis de vitamina D, açúcar no sangue e insulina, juntamente com o índice de massa corporal (IMC) e pressão arterial. Os jovens também foram questionados sobre as suas dietas.

Os resultados mostraram que as crianças com obesidade eram três vezes mais propensas a ter baixos níveis de vitamina D do que crianças que não estão acima do peso, e aquelas que apresentavam baixos níveis da vitamina eram associadas a um maior grau de resistência à insulina. 

Isso significa que elas não conseguem utilizar a insulina de forma eficiente para converter os açúcares dos alimentos em combustível para as células. O diabetes tipo 2 ocorre exatamente quando o organismo não produz insulina suficiente ou as células se tornam resistentes à insulina.

Os pesquisadores também notaram que a maioria das crianças com obesidade pulava o lanche da tarde e bebia mais refrigerantes. Eles acreditam que esses hábitos, portanto, podem contribuir indiretamente para diminuir os níveis de vitamina D. Os especialistas ainda afirmam que a pesquisa comprova evidências de que a vitamina D pode ajudar a aumentar a produção de insulina.

Aprimore o consumo de vitamina D com cinco alimentos. Veja mais abaixo. 
E abaixo das pesquisas da Vit D, pesquisas sobre o Magnésio e o diabetes.

A vitamina D ajuda no combate à hipertensão, no controle de peso e na prevenção da osteoporose, já que é fundamental para a manutenção do metabolismo do cálcio e, logo, no desenvolvimento ósseo. A nutricionista Astrid Pfeiffer lembra também que ela tem importante papel no funcionamento adequado da tireoide e na secreção de insulina pelo pâncreas. "No sistema imune, ela é responsável por aumentar a funcionalidade das células Natural Killer (NK), responsáveis por destruir os invasores do sistema imunológico", adiciona a nutricionista Adriana Fanaro Oliveira.

A principal fonte dessa vitamina é a luz solar, que estimula a produção do nutriente por nossa pele. A nutricionista Priscilla Baracat ensina que 10 a 15 minutos de contato com a luz do sol, de duas a três vezes por semana, evitando a exposição entre as 10h e 16h, já são suficientes. A obtenção pela luz do sol é preferível porque, como explica Adriana, os alimentos que contêm quantidades consideráveis de vitamina D também são ricos em gorduras e, por isso, deve-se tomar cuidado com o consumo.

A recomendação diária - fornecida pelo U.S. Dietary Reference Intake (DRI) - varia de acordo com a idade e o sexo. Vale fazer um exame de sangue para verificar se você precisa fazer a suplementação. Lembrando que tudo que fica em excesso no corpo precisa ser liberado forçando os rins.
Eu fiz e minha Vit D está OK 

Homens de 13 a 50 anos: 5 a 10 mcg/dia
Homens de 51 aos 70: 15 mcg/dia
Mulheres de 13 a 50 anos: 5 mcg/dia
Mulheres de 51 a 70 anos: 10 mcg/dia.

Sardinha e atum em lata
Prática, a sardinha e o atum enlatado são uma das principais fontes de vitamina D vindas da alimentação, contando com, 4,8 mcg e 6,7 mcg a cada 100g, respectivamente. Para aproveitar esses benefícios de forma saborosa, a nutricionista Ana Flor Picolo sugere usá-los no preparo de tortas, saladas, farofas e sanduíches.

Fígado de boi
Embora essa parte do boi não seja apreciada por alguns, é fonte de vitamina D, apresentando 0,8 mcg a cada bife de, aproximadamente, 68g. A nutricionista Ana Flor Picolo aconselha que o bife seja consumido grelhado ou cozido, já que frito agregará mais gorduras.

Ovos
Esse alimento é rico em vitamina D, contando com 1,1 mcg a cada unidade grande. Para aproveitar ao máximo os nutrientes, a nutricionista Ana Flor Picolo recomenda o consumo do ovo fresco - o famoso ovo caipira -, porque a galinha produtora deste ovo não ingere hormônios, mantendo os nutrientes de seus ovos. Mas sem frituras: prefira ovos mexidos ou cozidos.

Manteiga
Melhor amiga do pãozinho, a manteiga é uma das opções para aprimorar seu consumo de vitamina D diária. 100g de manteiga tem 1,5 mcg. Mas, atenção: o tão querido pão na chapa não é o modo de preparo mais saudável, já que, quando aquecidas, as gorduras ficam saturadas. O processo de aquecimento também compromete as vitaminas. Por isso, prefira consumi-lo fresco, junto a um pão integral, já que as fibras melhoram a absorção de nutrientes.

Iogurte
Além de ser uma delícia, o iogurte dá aquela forcinha na ingestão de vitamina D diária - a versão desnatada conta com 0,1 mcg a cada 100g. A nutricionista Ana Flor Picolo lembra que ele vai muito bem com frutas, em molhos de salada ou em vitaminas com grãos integrais (como gergelim e aveia). O preparo de bolos e tortas com iogurte, alerta ela, deve ser evitado, já que o valor calórico do bolo é maior do que de outros preparos, como os já citados.
Fonte : Minha Vida

A deficiência de magnésio pode causar depressão, osteoporose, piorar a condição da diabetes entre outras complicações.
O magnésio (Mg). O mineral é encontrado em alguns alimentos, e na água de fontes, dependendo da fonte.Segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cerca de 70% das fontes brasileiras apresenta baixos teores de magnésio.
A maior parte do magnésio se localiza dentro de nossas células ou nos ossos, o que torna mais difícil de sabermos como estamos de magnésio em nosso corpo. Existem exames de sangue, mas estudos falam que só 1% do magnésio está no sangue.
Pacientes com diabetes tipo 2 podem apresentar deficiência em magnésio devido à excreção urinária intensa. Os primeiros sintomas da deficiência em magnésio são: náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Com a piora do quadro, o paciente pode apresentar dormência, formigamento, contrações musculares e câimbras, convulsões, depressão, osteoporose e perturbações do ritmo cardíaco.

Mais sobre o magnésio em:

http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/55.html